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No Dia da Micro e Pequena Empresa, comemorado no dia 5 de outubro, Sebrae destaca a relevância desse segmento para avanço da economia do Rio Grande do Norte.

Por: Redação
Natal - Em meio ao cenário atual de retração de consumo e estagnação econômica, as micro e pequenas empresas seguem a todo o ritmo e contribuem para o processo de fortalecimento da economia potiguar. No dia 5 de outubro, quando se comemora o Dia da Micro e Pequena Empresa, o Sebrae no Rio Grande do Norte destaca a força desse segmento, que representa mais de 92% das empresas do estado, e mostra a sua importância para o desenvolvimento local e participação no setor produtivo potiguar.

Atualmente, os chamados negócios de pequeno porte têm influência direta no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do estado, estimado em cerca de R$ 51,4 bilhões. São mais de 141,9 mil negócios em todo o Rio Grande do Norte.
Atualmente, os chamados negócios de pequeno porte têm influência direta no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do estado, estimado em cerca de R$ 51,4 bilhões. São mais de 141,9 mil negócios em todo o Rio Grande do Norte que faturam até R$ 3,6 milhões por ano e estão inseridos no Simples Nacional, o regime simplificado de arrecadação de tributos. Esse montante de empresas foi responsável, por exemplo, por gerar uma arrecadação da ordem de R$ 122,2 milhões nos oito primeiros meses do ano em função do recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é repassado aos cofres do estado, e do Imposto Sobre Serviço, direcionado aos municípios.

Não são apenas os volumes arrecadados que comprovam a relevância desse segmento para a economia. Outro parâmetro que mostra a importância dos pequenos na economia vem do saldo de empregos formais. Entre os negócios de todos os portes, as microempresas foram as que menos demitiram nesse cenário de crise. Entre os meses de janeiro e julho, as microempresas registraram um saldo negativo de 1.461 de empregos, enquanto nas demais categorias as demissões ultrapassam o patamar das 3 mil vagas no mesmo período.

De maneira geral, a maioria das micro e pequenas empresas se encontra no setor do comércio (48%) e serviço (33%). A indústria agrega 13% das pequenas empresas e o setor da construção civil 5%, enquanto a agropecuária detém 1% dos pequenos negócios rurais. No Rio Grande do Norte, as maiores densidades de empresas desse porte estão nas regiões de Natal (52,8%) e Mossoró (12%). O restante está diluído nas demais regiões, como Caicó (6,5%) e Assú (5,5%).

Um dos principais marcos para o segmento foi a criação da figura jurídica do Microempreendedor Individual (MEI), em 2006, que deu oportunidade de profissionais autônomos saírem da informalidade e passar a ter cobertura previdenciária. São caracterizados como MEI os negócios formalizados nessa categoria e que faturam até R$ 60 mil por ano.

"Atualmente, os empreendimentos enquadrados como MEI somam mais da metade das empresas do Simples no RN. Isso já o que demonstra a importância dessa categoria para a nossa economia, assim como os demais negócios de pequeno porte", acredita o diretor superintendente do Sebrae-RN, José Ferreira de Melo Neto. O Rio Grande do Norte possui 85.228 negócios formalizados como MEI.

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