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Para atender aos adeptos das terapias alternativas, o UNI-RN, por meio do curso de Enfermagem e das Clínicas Integradas, oferece, gratuitamente, à população, a técnica do biomagnetismo. O projeto "Biomagnetismo e Bioenergética" é oferecido sempre às quintas-feiras nas Clínicas Integradas do UNI-RN, sob a coordenação da professora Hérica Paiva Felismino, do curso de Enfermagem. Os atendimentos são realizados mediante agendamento prévio com a Assistente Social das Clínicas, Lindicéia Gomes.
O biomagnetismo, um sistema terapêutico desenvolvido pelo médico Isaac Goiz Durán em 1988. Para entender a técnica é preciso conhecer o que ocorre no nosso corpo. Cada órgão ou tecido do nosso corpo tem um pH neutro que, quando danificado, atinge maior ou menor grau de acidez ou alcalinidade, o que nos é revelado pela leitura da concentração de hidrogênio (potencial de hidrogênio ou ph). As pessoas que apresentam algum tipo de doença, habitualmente, têm excesso de íons eletropositivos (toxinas, radicais livres, etc...), que tornam células, órgãos e sangue ácidos. Isto acontece quando o tecido se polariza positivo (acidez), existindo outro tipo que se polariza negativo (alcalino), sendo esta alteração que dá origem à doença, numa condição de pH alterado, permitindo o desenvolvimento do vírus onde ele é mais ácido e de bactérias onde ele é alcalino.

"O biomagnetismo consiste na utilização de ímãs potentes em determinadas áreas do corpo com o intuito de combater infecções bacterianas, virais, fúngicas e de outros parasitas, que são os causadores de diversas enfermidades. O sistema consiste no reconhecimento de áreas com pH sanguíneo alterados no organismo humano. Essas áreas se tornam ambientes propícios para a sobrevida de inúmeros parasitas causadores de doenças", sintetiza a professora Hérica Paiva .

O biomagnetismo se utiliza de campos magnéticos gerados pelos ímãs de um potencial superior a 1000 gauss. Ao aplicar estes ímãs com uma intensidade mínima de 1000 Gauss em diferentes partes do corpo onde é detectada a patologia, restabelece-se o equilíbrio biomagnético alterado do pH da célula, regularizando e eliminando a doença.

"O efeito que se consegue é uma restauração do equilíbrio homeostático do organismo. Não produz danos nem efeitos colaterais indesejáveis, ou seja, cura sem danos, cessa as dores e a inflamação, estimula os tecidos quando se encontram debilitados, melhoram a circulação sanguínea, oxigena os tecidos, recupera a saúde, equilibrando internamente", assegura a coordenadora do projeto.

Ela ressalva, entretanto, que nem todos podem fazer uso desta técnica, pois ela é contraindicada para gestantes, pessoas com marca-passos e pacientes que estejam fazendo quimio ou radioterapia ou, ainda, que tenham utilizado essas terapêuticas em menos de 13 anos.

Para aplicar a técnica, alunas do curso de Enfermagem passaram por uma capacitação.

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